Em evento no Estado, deputado federal alerta que voto com a barriga trouxe ‘abóbora no lugar da picanha’

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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) alertou a população sobre os impactos de escolhas eleitorais baseadas em promessas populistas. Segundo ele, é preciso responsabilidade na hora de votar, especialmente nas eleições presidenciais de 2026.

“Muita gente votou com a barriga nas eleições passadas. Prometeram picanha, entregaram abóbora — e agora nem abóbora tem mais. O café está caro, tudo subiu de preço. Isso tem consequências em cadeia”, disse o deputado, ao comentar o aumento nos preços de alimentos e o impacto no consumo e crítica direta ao presidente Lula, que em 2022 disse que os brasileiros voltariam a comer picanha.

Nikolas destacou que o próximo presidente da República precisará dar atenção especial ao agronegócio e aos setores produtivos do país.

“Não tem como ignorar a locomotiva do Brasil. Quem quiser ser presidente vai ter que ouvir o agro e caminhar com ele. Mas não só o agro, mas o trabalhador, o empresário, o povo que sustenta esse país também precisa ser ouvido”, afirmou.

“Estado grande, preguiçoso e ineficiente”

O parlamentar criticou o que chamou de “Estado pesado e ineficiente”, que suga o esforço de quem trabalha sem entregar serviços de qualidade.

“O brasileiro rala o mês inteiro, e o Estado leva 27,5% do salário, mais impostos, mais risco de reclamação trabalhista. O empresário entra no jogo já sendo tratado como vilão”, afirmou.

Segundo Nikolas, o problema não está apenas no bolso da população, mas também na segurança, na saúde e na educação.

“O resultado de uma má escolha eleitoral não é só preço no supermercado. É o seu filho sem aprender português e matemática, é a insegurança na rua, é o futuro da sua família em risco”, disse.

Ele também criticou os gastos do governo com viagens internacionais, o gabinete da primeira-dama e o uso de aviões da FAB por autoridades.

“É um país em que o cidadão comum trabalha 12, 16 horas por dia e vê um Estado que só gasta, que não devolve nada, e que ainda sustenta privilégios absurdos”, disparou.

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